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Quer empreender? Conheça as estruturas de apoio às startups

Especialista explica o que fazer quando se tem uma boa ideia na cabeça e vontade de enveredar por esse caminho do empreendedorismo tecnológico.

Por Carolina Spinola.

 

Na semana passada esta coluna trouxe informações sobre alguns eventos de empreendedorismo que estão programados para o segundo semestre deste ano, dentre eles o Startup Weekend Salvador, Prêmio Santander de Empreendedorismo, Desafio Brasil e Feira do Empreendedor. Naquela oportunidade foi destacado o crescimento das startups no âmbito do empreendedorismo tecnológico, tema a respeito do qual fui convidado para escrever hoje.

 

Startup é uma empresa que entrega à sociedade uma proposta de valor inovadora, centrada em um produto, serviço ou modelo de negócio inovador.  Geralmente associa-se à área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) pela capacidade que os seus subprodutos, notadamente os baseados em internet e aplicativos tem para tornarem-se escaláveis (um rápido crescimento de mercado) em um curto espaço de tempo e com baixos custos de expansão.

 

No Brasil, segundo estatísticas da Associação Brasileira de Startups, existem 2305 empreendimentos desta natureza. São Paulo é o estado que concentra a maior quantidade de iniciativas (593), seguido por Minas Gerais (168) e Rio de Janeiro (167). A Bahia aparece com apenas 33 iniciativas no cômputo geral. Ainda segundo a mesma fonte, os segmentos da área de TIC que se destacam em número de negócios são o de redes sociais, E-commerce, mobile, geração de conteúdo e mídia.

O número crescente de eventos sobre startups e capital de risco é um reflexo de que o mercado brasileiro de internet segue evoluindo com rapidez, exigindo mais agilidade na criação de startups, principalmente quando as empresas ainda estão na fase de lapidação do modelo de negócios. Hoje, mais do que nunca, uma startup não pode se dar ao luxo de perder tempo com um modelo que não encaixa na demanda do mercado. Mas o que fazer quando se tem uma boa ideia na cabeça e a vontade de enveredar por esse caminho do empreendedorismo tecnológico?

 

No Brasil, segundo estatísticas da Associação Brasileira de Startups, existem 2305 empreendimentos desta natureza.

 

A saída para grande parte das startups quando se encontram em um estágio inicial ou de validação do negócio é buscar experiência e apoio. Isso leva as empresas a recorrerem às aceleradoras de startups, incubadoras de empresas, investidores anjos, dentre outros, que podem oferecer mentoring, apoio de gestão, consultorias, networking e pequenos investimentos, em geral o suficiente para prototipar ou lançar o conceito no mercado, bem como validar as premissas do modelo de negócio. Mas vamos com calma, afinal o que é e o que faz cada uma destas estruturas de apoio?

 

Tanto as aceleradoras como as incubadoras são concebidas para apoiar negócios nascentes, a diferença e que as primeiras possuem capital privado enquanto as incubadoras se utilizam de verbas públicas oriundas de editais e, muito frequentemente, estão atreladas a universidades e/ou centros de pesquisa.  As incubadoras normalmente apoiam empreendimentos voltados para áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento científico, tecnológico e econômico da região em que se inserem. Já as aceleradoras, apoiam as iniciativas em troca de uma participação acionária, ou seja, além da consultoria, o empreendedor obtém uma fonte de financiamento para sua startup.

 

Já que tocamos na questão do financiamento, precisamos apresentar a figura do investidor-anjo que, normalmente, é um empresário ou executivo de sucesso que aloca recursos próprios, isoladamente ou em conjunto com outros investidores, em novas empresas que acreditam ter grande potencial de sucesso. Em alguns casos as aceleradoras podem ser conduzidas por investidores-anjo que, também, costumam ser encontrados em eventos de empreendedorismo como os divulgados nesta coluna. Nestas oportunidades, eles assistem às apresentações dos empreendedores, primeiro contato que pode ser decisivo para a trajetória da startup.

 

Apesar disto tudo, a concorrência é grande e a dificuldade na obtenção  de financiamento pelas startups é uma crítica sempre apontada pelos empreendedores. Mas, quando se avalia o número de acelerados, o crescimento do número de investidores-anjo, das empresas de Venture Capital atuando no Brasil e o volume de recursos destinados às empresas pela FINEP ou pela FAPESB, percebe-se que este cenário vem melhorando significativamente.

 

“Startup é uma empresa que entrega à sociedade

 

uma proposta de valor inovadora, centrada em um

 

produto, serviço ou modelo de negócio inovador”

 

Na Bahia, segundo a Associação Brasileira de Startups, existem 2 investidores –anjo e 1 aceleradora cadastrada. Já no que tange às incubadoras, há, em nosso estado,  um leque variado de incubadoras de base tecnológica: Inovapoli, o Centro de Empresas Nascentes (CENA), Incubadora de Negócios UNIFACS, Áity – Incubadora do Parque Tecnológico da Bahia, iBAtec – Incubadora de Base Tecnológica Senai/Cimatec, e a Incubatec que localiza-se em Camaçari.

 

Segundo o coordenador da incubadora de negócios da Unifacs, Prof. Marcelo Dultra que escreveu esta coluna em conjunto comigo, para fazer um novo negócio decolar, uma incubadora dispõe de diversas ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de projetos e ideias inovadoras. Um dos principais aliados é o acompanhamento constante da empresa incubada por professores e profissionais experientes em consultoria, empreendedorismo e inovação. Na incubadora da Unifacs, por exemplo, o processo abrange a elaboração do plano de negócio e a orientação, além de reuniões para avaliação de desempenho e feedback. A difusão de conhecimento também se dá com a realização de palestras e workshops voltados para áreas-chave de gestão, promovidos pela incubadora e por parceiros.

 

Então, se empreendedorismo é o seu caminho, saia da inércia e procure se informar. O momento é este e nunca houve tantas condições para empreender quanto agora. Frequente os eventos e se aproxime mais das incubadoras, esse lugar onde é possível mesclar o dia a dia do mundo dos negócios com a atmosfera inovadora e estrutura de pesquisa acadêmica das universidades.

 

 

 

 

Profa. Dra. Carolina SpinolaE-mail: valorh@valorrh.com.br

Consultora da Área de Negócios da ValoRH. Administradora, com mestrado em

Administração e Doutorado em Geografia, com ênfase em Desenvolvimento

Regional. Professora Universitária e Coordenadora de Curso de Pós-Graduação.

 

 

O empreendedorismo poderia ser uma boa opção de carreira para você?

Especialista mostra alguns argumentos que podem fazer você pensar de uma forma diferente sobre as suas opções profissionais

 

Por Carolina Spinola

 

Muitos formandos sentem que devem seguir uma carreira específica em seu caminho para o sucesso, de preferência se empregando em grandes corporações. Trazemos, na coluna desta semana, alguns argumentos que podem fazer você pensar de uma forma diferente sobre as suas opções profissionais.

 

Com a chegada do mês de agosto, se inicia a janela do empreendedorismo no Brasil, e este é o motivo de abordarmos este tema hoje. No segundo semestre acontecem os principais concursos e eventos direcionados para o empreendedorismo  e, nos últimos anos, para o fomento de startups.

 

 

As startups são empresas de pequeno porte, recém-criadas ou ainda em fase de constituição, com atividades ligadas à pesquisa e desenvolvimento, cujos custos de manutenção são baixos e oferecem a possibilidade de rápida e consistente geração de lucros. Normalmente vinculadas aos setores de engenharia e TI, elas tem se multiplicado no Brasil e se constituem em alternativas viáveis de criação de negócios inovadores, mesmo para aqueles empreendedores que não dispõem de muito capital para investir. Mas esse será o assunto da semana que vem. Por ora, queremos lançar algumas provocações: você já pensou em ser empreendedor? Já considerou os benefícios que uma experiência como essa pode trazer para a sua trajetória profissional?

 

Algo que o empreendedorismo pode lhe proporcionar é a liberdade para pensar e implementar. As metas e as estratégias existem, mas são definidas por você, em colaboração com a equipe. Sendo um empreendedor você pode desfrutar da experiência de liberdade, tornar-se mais responsável e ‘aprender a aprender’ para si mesmo. Por outro lado, deve saber que lidará com o risco, e ele será todo seu.

 

A experiência empreendedora lhe tornará polivalente. Na sua futura startup, você não se encaixará em uma descrição de cargo, você é a pessoa que criará  os papéis. As posições formais em startups são  irrelevantes. Elas nunca conseguem descrever o que uma pessoa realmente faz. Como em toda pequena empresa, todo mundo faz um pouco de tudo e, com isso, acaba adquirindo uma experiência profissional diferenciada.

 

“Algo que o empreendedorismo pode lhe

 

proporcionar é a liberdade para pensar

 

e implementar”

 

Iniciar um novo negócio significa passar por altos e baixos. Sendo empreendedor você aprenderá técnicas de sobrevivência que o ajudarão a perceber que as crises acontecem, mas que com um pouco de resiliência,  tudo acaba bem no final.  Em síntese,  você aprende muito sobre como lidar com suas emoções e consigo mesmo. Agora, isto posto, é bom você saber: startups são caóticas. Se você precisa de estrutura e segurança, as startups não são realmente uma opção para você.

 

Ainda que nada dê certo e a sua experiência naufrague, as habilidades desenvolvidas ao longo do caminho sempre lhe serão úteis. O senso de responsabilidade, iniciativa e a mentalidade empresarial que você adquire na rota difícil de ser empreendedor sempre serão valorizados e apreciados por um empregador, especialmente se você se candidatar para uma pequena empresa.  No ambiente acelerado das startups você aprende a se adaptar e se transformar, constantemente, e essa flexibilidade é uma das características procuradas no perfil daqueles que exercem cargos de chefia.

 

Por fim, uma ideia inovadora bem implementada pode lhe garantir retornos financeiros superiores, e em menor prazo, que os proporcionados pelas carreiras convencionais. Pense nisso!  Na próxima semana abordaremos algumas etapas importantes neste processo e falaremos sobre algumas estruturas de apoio aos novos empreendedores que estão se fortalecendo em nosso país.

 

Para finalizar, se você se animou com a ideia, sem a intenção de abrangermos todos os acontecimentos programados, destacamos alguns dos eventos e concursos mencionados no início da coluna.

 

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) está com as inscrições abertas, até o dia 22 de agosto, para o concurso anual “Ideias Inovadoras”. Esta competição se insere no Programa Empreende Bahia e distribui R$ 180 mil em prêmios. Neste ano, serão premiados até 18 projetos inovadores, com valores de R$ 5 mil, R$ 10 mil e R$ 15 mil. As propostas podem concorrer em seis categorias: estudantes do ensino médio ou profissional técnico; graduandos; pós-graduandos lato e stricto sensu; pesquisadores; graduandos independentes e inventores independentes.

 

Neste mês de setembro, nos dias 13, 14 e 15, acontecerá a edição anual do evento Startup Weekend. O Startup Weekend, conforme a definição constante em seu site, é um movimento global de empreendedores ativos que estão aprendendo o básico da criação de startups e criando empresas de sucesso. É a maior comunidade de empreendedores com mais de 400 eventos realizados em mais de 100 países ao redor do planeta, somente em 2011. Neste ano, o evento será realizado na Unifacs e estão previstas  54 horas de palestras e muitas atividades.

 

Ainda em setembro, deverá acontecer a etapa estadual do Desafio Brasil, promovido pela Fundação Getulio Vargas e, localmente, tem como parceiro operacional, a Unifacs. Nesta edição, os participantes terão a chance de interagir, trocar informações e aprimorar suas ideias de negócios antes da final estadual. O processo vai incluir educação empreendedora, qualificação de participantes, palestras, sessões de mentoring, possibilidades de network e prêmios. A final nacional da competição será em novembro, quando os empreendedores devem submeter os projetos a uma banca avaliadora composta por investidores de venture capital. Na última edição, empresas de 26 estados brasileiros e do Distrito Federal participaram. Foram 364 startups e mais de 1500 empreendedores envolvidos na disputa.

 

O Prêmio Santander de empreendedorismo está com as inscrições abertas até o dia 17 de setembro. Podem concorrer alunos de graduação e pós-graduação de Instituições de Ensino Superior cadastradas no Programa. São R$ 500 mil em prêmios. Todos os inscritos poderão realizar um curso on-line de empreendedorismo, certificado pela Babson College e os 15 finalistas terão os seus projetos avaliados, receberão feedback e treinamento para a apresentação a uma banca de executivos de renome no Brasil, com despesas de transporte e hospedagem pagas pela organização. Estes mesmos finalistas  ganharão uma licença do Software MakeMoney, que ajuda a construir, gerenciar e orientar o processo de elaboração de Planos de Negócios e os  vencedores de todas as categorias e seus professores-orientadores ganharão uma bolsa de estudos cada na Babson College, em Boston nos EUA.

 

De 22 a 26 de outubro acontecerá, no Centro de Convenções da Bahia, a Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae. Este evento já acontece há 20 anos, com mais de 1,9 milhão de visitantes em todo o país.

 

Programe-se e aproveite!

 

 

Profa. Dra. Carolina Spinola

E-mail: valorh@valorrh.com.br

Consultora da Área de Negócios da ValoRH. Administradora, com mestrado em Administração e Doutorado em Geografia, com ênfase em Desenvolvimento Regional. Professora Universitária e Coordenadora de Curso de Pós-Graduação.

 

 

 

 

Salvador Receberá o 2° Startup Weekend!

 

O Startup Weekend é um movimento global de empreendedores ativos que estão aprendendo o básico da criação de startups e criando empresas de sucesso. É a maior comunidade de empreendedores com mais de 400 eventos realizados em mais de 100 países ao redor do planeta, somente em 2011.

 

O Startup Weekend Salvador não é um evento de palestras, você não vai ficar entediado e quase não lhe sobrará tempo para sentir sono. Aliás, não sabemos nem se você vai conseguir dormir. Isso tudo porque durante um fim de semana você e mais uma equipe de pessoas bem diferentes, mas com a mesma vontade de trabalhar, terão que fazer uma ideia se transformar em um negócio. São 54 horas de muita atividade, aprendizado e networking.

 

O evento, que ocorrerá entre os dia 13 e 15 de setembro, no Campus Paralela da UNIFACS, é organizado pela Agência de Inovação e Incubadora de Negócios UNIFACS, coordenadas pelos Prof. Thomas Buck e Marcelo Dultra, respectivamente, e conta como apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/BA) e Village Marcas e Patentes.

 

Empreendedores fundarão empresas, encontrarão sócios, conhecerão pessoas novas para montar seu time, ou aprenderão na prática as metodologias Lean Startup e Customer Development. É garantido que após o evento todos estarão mais preparados para navegar pelo caótico e curioso mundo das Startups.

 

Venha fazer parte da iniciativa que mais criou negócios digitais ao redor do globo!

 

Inscrições e informações: http://salvador.startupweekend.org/

 

Realização:

 

Apoio:

Programa levará 10 empreendedores ao Vale do Silício.

As inscrições do TechMission 2013 estão abertas; selecionados passarão seis dias nos Estados Unidos.

São Paulo – A TechMission 2013 selecionará 10 empreendedores brasileiros de alto potencial para passar uma curta temporada no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

 

O programa é organizado pela Brazil Innovators em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).  A terceira edição da missão acontecerá dos dias 18 a 23 de agosto.

Os principais objetivos do programa são expandir a capacidade de execução das startups brasileiras para criar empresas de visão global, conectar os empreendedores brasileiros com investidores e profissionais do Vale do Silício, entre outros.

 

Treinamento de pitch, encontro com investidores do Vale do Silício, visitas à Universidade de Standford, 500 Startups, Google e Twitter são algumas das atividades da agenda do programa. Startups como Descomplica, Fashion.me e Unipay já participaram de edições anteriores do TechMission.

 

O programa custa 3,7 mil dólares e inclui a hospedagem. Interessados podem se inscrever no site da Brazil Innovators.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br

Sebrae inicia monitoramento do Edital Cerne

O Sebrae inicia nesta semana o monitoramento das incubadoras contempladas no Edital Sebrae & Anprotec 02/2011, focado na implantação do modelo Cerne de gestão, que já tiveram seus convênios de cooperação firmados. O objetivo do monitoramento, que será realizado até o encerramento dos convênios, é verificar a aderência entre os gastos realizados com recursos do edital e a execução do projeto por parte das incubadoras.

 

Durante o trabalho, serão verificados apenas critérios relativos à aplicação do recurso recebido pela incubadora. A avaliação quanto ao processo de implantação das práticas do Cerne 1 ocorrerá futuramente e será conduzida por uma equipe coordenada diretamente pela Anprotec.
As incubadoras serão contactadas previamente pela equipe do Sebrae, para agendamento das atividades. A relação dos consultores do Sebrae responsáveis pelo monitamento nos estados pode ser acessada aqui.

Inova Empresa já tem quase R$ 16 bi disponíveis

Régis Assao, diretor da Allagi


Lançados como um só grande programa, os investimentos do governo federal para fomentar a inovação nas empresas ganhou destaque em março deste ano. Foram R$ 32,9 bilhões anunciados para o Inova Empresa. Como se trata de uma iniciativa ampla, que condensa uma série de linhas de trabalho e fontes diferentes de recursos (BNDES, Finep, obrigações setoriais, etc.), à época do lançamento do pacote era ainda um pouco difícil enxergar a aplicação e o alcance.

 

Três meses depois, chamadas de propostas para parte significativa desses recursos foram anunciadas e, aos poucos, é possível entender melhor a que se destinam e como são concretizados os valores anunciados. Um dos meios de aplicação é o lançamento de editais de programas setoriais, ou Planos de Ação Conjunta.

 

As verbas para inovação na saúde, por exemplo, já estão claras. Os recursos serão distribuídos por meio de editais do Inova Saúde, com R$1,3 bilhão para fármacos e R$ 600 milhões para equipamentos (ambos com verbas mistas dos Ministérios da Súde e da Ciência, Tcnologia e Inovação). Somados a R$ 1,7 bilhão para “demais ações”, esses recursos totalizam os R$ 3,6 bilhões prometidos para o setor.

 

É a mesma situação do setor Aeroespacial e Defesa, que aplicará seus R$2,9 bilhões previstos por meio do Inova Aerodefesa; e da área de sustentabilidade, que dedicará R$ 2 bilhões ao programa Brasil Sustentável.

 

Anunciado em abril, o Inova Energia por sua vez contempla R$ 3 bilhões, dos quais R$ 600 milhões são provenientes da Aneel (as empresas de geração e transmissão devem investir 1% de sua receita líquida em P&D e as empresas de distribuição, 0,75%). Aos recursos do Inova Energia, se soma o Paiss (Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico): a iniciativa, focada na seleção de planos de negócios e fomento de projetos para desenvolvimento, produção e comercialização de novas tecnologias para biomassa de cana de açúcar, já está contratando os primeiros projetos e pode distribuir até R$ 1 bilhão. Para completar os recursos previstos no pacote para a área de energia, o governo ainda
precisará anunciar a aplicação de outros R$ 2,3 bilhões até 2014. Já o  setor de óleo e gás terá R$ 1,3 bilhão no Inova Petro e mais R$ 1,2 bilhão em outras atividades.

 

No caso da cadeia agropecuária, a pendência é de R$ 2 bilhões, já que o Inova Agro sinalizou o uso de R$ 1 bilhão dos R$ 3 bilhões previstos. Outra área cuja aplicação ainda não foi totalmente esclarecida é a de tecnologia da comunicação e informação (TIC). R$ 2,1 bilhões foram destinados ao setor, dos quais R$ 14 milhões foram direcionados ao programa Startup Brasil e R$ 60 milhões à Subvenção Econômica – TI Maior.

 

Na busca por mapear os investimentos do Inova Empresa, podemos olhar também para as frentes não-setoriais de fomento à inovação. Entre elas, estão as ações transversais, para as quais o pacote deve dedicar R$ 5 bilhões.

 

Para o Tecnova, programa da Finep de subvenção econômica a micro e pequenas empresas,  foram reservados R$ 350 milhões, dos quais resta um saldo de R$ 160 milhões.  No caso do programa de financiamento Inovacred, o saldo ainda é de R$ 1 bilhão e, para o Criatec, R$ 50 milhões. Juntos, os recursos do Inovacred e do Criatec lançados somam R$ 370 milhões. Podemos ainda adicionar a essa conta os valores relativos ao PSI (Programas BNDES de Sustentação do Investimento) Inovação e Proengenharia (R$ 1 bilhão), à Embrapii (R$ 1 bilhão), ao Pronatec (R$ 470 milhões), à chamada pública do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação para Parques Tecnológicos (R$ 40 milhões), ao Funtec (R$ 250 milhões) e aos recursos para formação de RH (R$ 100 milhões). Há ainda R$ 144 milhões de subvenção: R$ 60 milhões para o setor de TIC, R$ 30 milhões para construção sustentável e saneamento ambiental, R$ 24 milhões para produtos obtidos por processos biotecnológicos e R$ 30 milhões destinados à biotecnologia.

 

Como se pode ver, é difícil identificar onde e como estão distribuídos os recursos do Inova Empresa. É possível estimar um comprometimento de aproximadamente R$ 16 bilhões (49% do total de investimentos anunciados pelo Inova Empresa até 2014) mas é praticamente inviável separar os recursos novos dos antigos. E, apesar do lançamento de várias chamadas, muito pouco foi contratado e menos ainda foi executado.

 

Há dúvidas também sobre a capacidade de execução dos programas com a mesma infraestrutura e pessoal anteriormente disponíveis na Finep e BNDES. O problema é semelhante ao vivido pela Capes para executar o programa Ciência sem Fronteiras.

 

Do lado das empresas, vemos muitas dúvidas entre os que têm conhecimento das iniciativas, e uma grande parte das empresas ainda ignora os mecanismos de apoio, sejam instrumentos mais antigos como a subvenção econômica, sejam os mais novos, como os Planos de Ação Conjunta, cujo primeiro edital (Paiss) foi lançado há mais de dois anos e que apenas combinam instrumentos tradicionais de BNDES e Finep.

 

Olhando pelo lado positivo, vemos que o interesse é crescente e cada vez mais empresas estão se estruturando para utilizar adequadamente todos os recursos disponíveis. E acreditamos que o conjunto de medidas tende, de fato, a impulsionar a inovação no país.

 

Criar aplicativos para smartphones vira negócio entre jovens.

 

Matéria do Jornal A Tarde traz entrevista de Thiago Bellandi e Carolina Moraes, empreendedores apoiados pela Incubadora Unifacs. Leia a matéria na íntegra:

 

Por Paula Janay Alves.


Uma ideia na cabeça e muitos códigos de programação para construir. Esta é a máxima de jovens empreendedores que se aventuram no desenvolvimento de aplicativos para smartphones e tablets.

 

O nicho de mercado tem os seus representantes na Bahia, mas ainda está longe de render os milhões que faturam os grandes desenvolvedores brasileiros e mundiais.

 

Um dos aplicativos baianos  mais bem-sucedidos é o Partiu Balada. O app gratuito  divulga festas e destaca as casas de show e bares mais procurados do dia.

 

Foram mais de 30 mil downloads na Apple Store desde agosto de 2012.Para criar o aplicativo de sucesso, os desenvolvedores  Thiago Bellandi, 31, e  Alexandre Lima, 34,  investiram apenas R$ 150 na criação de uma logomarca e mais R$ 200 mensais em um servidor.

 

O retorno esperado, quando o  negócio  conseguir gerar receita, é  de R$ 300 mil a R$ 500 mil por mês. Publicidade  e vendas de ingressos estão no plano de negócio. ”A ideia inicial era ter usuários. Conseguimos gerar a demanda,  agora vamos gerar negócios”, conta Thiago Bellandi.StartupsO Partiu Balada é um exemplo de startup, empresa de baixo custo de investimento, alto risco e grande possibilidade de escala.

 

Quando começam a decolar, as startups podem receber apoio de “investidores-anjo”, em troca de parte das ações.Esse modelo de negócio está apenas engatinhando na Bahia e tem sido a aposta de quem quer desenvolver aplicativos próprios. O que falta são investidores com dinheiro e coragem para apostas de alto risco.

 

Para o coordenador da agência de inovação da Unifacs, Thomas Buck, quanto mais usuários o aplicativo tiver, maior a chance de receber aporte financeiro. A faculdade tem uma incubadora de negócios, que também atua como aceleradora de startups.

 

Canto da sereiaO sonho de fazer dinheiro com apenas uma boa ideia de aplicativo e pouco investimento não se realiza para todos.Uma pesquisa da consultoria americana Appolicious aponta que apenas 10% dos títulos lançados na Apple Store alcançam mais de 100 mil acessos. Cerca de 80% dos programas têm menos de 10 mil.

 

Para a estudante de engenharia mecatrônica Carolina Linhares, 21, sócia da startup Linz, as boas ideias têm que ocorrer sempre.”É preciso ter uma ideia que garanta sua subsistência por um tempo para que depois outra ideia  surja e o ciclo continue”, disse Carolina.

 

A Linz também dá nome a um aplicativo de reservas em restaurantes, que é a última aposta da startup.Apesar das incertezas, quando um aplicativo dá certo,  o lucro pode  superar em muitas vezes o investimento.

 

Os desenvolvedores Rodrigo Rocha, 28, e Denise Vaz, 28,  investiram tempo e cerca de R$ 3 mil na compra de computadores  para criar apps para iPhone e iPad. Os  aplicativos feitos pelo casal, o Cifra + e o jogo Sopa de Letrinhas, renderam R$ 60 mil em vendas.  Rocha afirma, no entanto, que não dá para se sustentar apenas com os aplicativos. “Como uma renda extra é ótimo”, garante.

 

Fonte: A Tarde

Lançamento do PROGRAMA DE EMPREENDEDORISMO TECNOLÓGICO – PET UNIFACS 2013

 

 

Edital de Convocação.

 

Programa de Empreendedorismo Tecnológico – PET UNIFACS 2013.

 

O Clube do Empreendedorismo, A Incubadora de Negócios e a Agência de Inovação da Universidade Salvador – UNIFACS tornam público e convocam a sua comunidade acadêmica para apresentar propostas ao Programa de Empreendedorismo Tecnológico- PET UNIFACS 2013.

 

1. OBJETIVO

 

Em consonância com as políticas de graduação, de inovação e de propriedade industrial e transferência de tecnologia da Universidade, o Programa de Empreendedorismo Tecnológico – PET UNIFACS, tem como objetivo promover o desenvolvimento de negócios inovadores por meio de um programa de capacitação empreendedora, pautada na integração entre estudantes de diferentes áreas, visando o desenvolvimento do espírito empreendedor e a capacidade de inovação no contexto acadêmico.

 

2. PÚBLICO ALVO

 

Estudantes da Escola de Engenharia e Tecnologia de Informação (TI) e estudantes da Escola de Negócios Direito e Hospitalidade.

 

3. O PROGRAMA

 

O PET UNIFACS é uma iniciativa conjunta entre o Clube de Empreendedorismo, vinculado ao curso de Administração, a Agência de Inovação e a Incubadora de Negócios e surge diante da percepção da capacidade de geração de projetos inovadores nos cursos das áreas técnicas da UNIFACS que podem ser potencializados e viabilizados do ponto de vista mercadológico e econômico, através da expertise dos estudantes dos cursos de negócios e comunicação.Espera-se, como resultado desta associação, a formação de equipes multidisciplinares focadas no desenvolvimento de negócios inovadores de base tecnológica que possam contribuir para a formação acadêmica e profissional dos estudantes do curso.

 

O programa será constituído das seguintes fases:

 

Inscrição e seleção – os alunos interessados irão realizar inscrição e um comitê formado por membros do Clube de Empreendedorismo, Agência de Inovação e Incubadora de Negócios, serão responsáveis pelo processo de seleção. Os alunos interessados, precisarão entregar na Coordenação do Curso de Administração (se pertencente à Escola de Negócios, Direito e Hospitalidade) ou na Agência de Inovação da Unifacs (se pertencente à Escola de Engenharia e TI), até a data prevista no edital, a Ficha de Inscrição (formulário, em anexo) e uma cópia do Curriculum Lates.

Evento de abertura – os discentes irão participar de uma atividade conjunta na qual os alunos da área técnica (Escola de Engenharia e TI) irão apresentar os projetos inovadores selecionados para os participantes da Escola de Negócios. Após essa apresentação serão formadas as equipes multidisciplinares compostas por alunos da escola de engenharia com a de negócios.

Qualificação e elaboração do plano de negócios – durante esta fase os alunos irão contar com orientações, eventos, mentoria, dentre outros suportes, para o desenvolvimento do plano de negócios e do projeto tecnológico. Terão acesso também ao Laboratório de Empreendedorismo Inovador (LEI) e ao Clube de Empreendedorismo. A participação nas atividades programadas serão pontuadas ao longo do processo. O modelo de plano de negócios adotado será o disponibilizado para Competição de Plano de Negócios James McGuire. A apresentação parcial dos resultados será realizada para a comissão organizadora do PET UNIFACS e convidados.

Banca final de apresentação – os alunos irão apresentar publicamente os planos de negócios e o protótipo visual, ou funcional, concebido ao longo do programa para uma banca formada por professores e profissionais envolvidos nas etapas preparatórias. A avaliação dos trabalhos será feita com base no barema constante do Apêndice A deste Edital.

 

4. ELEGIBILIDADE E CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO

 

a)O programa terá periodicidade anual;

b)As equipes participantes deverão, obrigatoriamente, ser multidisciplinares, ou seja, compostas por alunos das duas escolas;

c)Os alunos deverão se candidatar de forma individual e voluntária, não percebendo nenhuma remuneração por sua participação no programa;

d)Para participar do programa, os alunos da escola de negócios devem vincular-se ao Clube do Empreendedorismo;

e)Para participar do programa, os alunos da Escola de Engenharia e TI precisam ter seu projetos participando do ARTHE (Arquimedes, Robert Hooke e Thomas Edison), do PAI (Programa Acadêmico Interdisciplinar) ou vinculado á Incubadora de Negócios.

f)Os alunos inscritos no programa deverão seguir a orientação dos professores responsáveis e participar das atividades proposta;

g)Os produtos potencialmente inovadores oriundos do programa deverão se submeter às normas da Política de Propriedade Industrial da Unifacs.

h)Os alunos deverão estar regularmente matriculados, até o penúltimo semestre do curso e com vínculo ativo;

i)Os participantes não podem ter pendências financeiras com a instituição;

j)É necessário que os candidatos não possuam sanção disciplinar em seu histórico acadêmico;

k)Um discente não pode estar inscrito em mais de uma equipe.

l)As equipes serão formadas por no mínimo 3 e no máximo 5 participantes, sendo obrigatória a presença de alunos das Escolas de Negócios e de Engenharia e TI.

m)Para participação da etapa final, será necessário o domínio de Inglês

 

5. AVALIAÇÃO, PREMIAÇÃO E BENEFÍCIOS

 

Ao longo do programa os alunos serão acompanhados pela gestora do Clube de Empreendedorismo, que registrará a participação nas atividades e fornecerá informações necessárias sobre cada fase.

 

Haverá uma apresentação parcial do projeto na qual serão indicadas sugestões de melhorias e atribuídas notas para cada equipe.

 

Na fase final, os alunos irão apresentar publicamente os planos de negócios e o protótipo visual, ou funcional, concebido ao longo do programa para uma banca formada por professores e profissionais envolvidos nas etapas preparatórias, que terá um peso maior na escolha dos melhores projetos desenvolvidos.

 

6. CRONOGRAMA

 

EVENTO DATA
Lançamento da Chamada e divulgação 10/05/2013
Data limite para submissão dos projetos 03/06/2013
Divulgação do resultado da avaliação feita por Comitê Institucional 10/06/2013
Evento de abertura e formação das equipes 15/06/2013
Orientações, cursos, qualificações e desenvolvimento dos projetos 16/06 a 05/07
Banca parcial 06/07/2013
Melhorias e ajustes nos projetos e planos de negócios. 06/07 a 27/09
Banca final e cerimônia de premiação 28/09/2013

*As datas poderão sofrer alterações que serão divulgadas pela comissão organizadora.

 

7. INFORMAÇÕES ADICIONAIS

 

A inscrição para o PET UNIFACS 2013 implicará aceitação tácita, por todos os participantes, de eventual divulgação, assim como autorização do uso de imagens, textos, vozes, nomes e marcas, em qualquer meio de divulgação e promoção, sem ônus ou termo de retribuição.


Os alunos, professores e demais participantes do programa devem se comprometer em resguardar o direito à propriedade intelectual dos autores sobre as respectivas propostas apresentadas, no sentido de proteger o ativo intangível presente na ideia. Sendo assim, caso seja necessária a divulgação de informações sobre o projeto, esta se limitará a divulgação do título e objetivo principal.

 

Recomenda-se aos alunos acessarem a Política de Inovação e a Política de Propriedade Industrial da Unifacs no que tange aos direitos de propriedade industrial desenvolvidos no âmbito da Universidade. Estas informações estão disponíveis no site: www.agenciadeinovacao.unifacs.br.

 

Casos omissos serão resolvidos pela comissão organizadora.

 

 

INSCRIÇÕES: Engenharia http://bit.ly/ZNTryn e Negócios http://bit.ly/17RGDw0

 

 

Salvador, 09 de maio de 2013.

 

 

Profª Carolina de Andrade Spinola

 

Pró-Reitora de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Comunitária

 

Desafio Brasil 2013 inscrições até 11 de Agosto.

A maior competição brasileira de startups abriu inscrições no mês de Maio.

 

Por Daniela Moreira

 

Os empreendedores que buscam apoio e visibilidade para seus negócios já podem anotar no calendário mais uma data: 6 de maio. Este é o dia da abertura das inscrições do Desafio Brasil, competição promovida pelo GVcepe – Centro de Estudos em Private Equity & Venture Capital da Fundação Getulio Vargas e que conta com a Incubadora UNIFACS como parceiro estadual.

 

Esta será a oitava edição da competição de startups, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo nacional. O Desafio acontece em todo Brasil, com etapas estaduais e regionais.

 

A(s) vencedora(s) pode(m) ganhar projeção internacional, a exemplo do que aconteceu no último ano. Duas selecionadas foram para a Califórnia participar do Intel Global Challenge at UC Berkeley, e outras duas tiveram a chance de participar do programa de aceleração da Plug and Play Tech Center, no Vale do Silício.

 

Os detalhes de cada etapa ainda não foram divulgados, mas as datas previstas já saíram. As inscrições começam em 6 de maio e a premiação nacional será em 13 de novembro.

 

Em 2012, o desafio contou com alguns parceiros estratégicos, como as aceleradoras Wayra, Tree Labs e 21212, o que permitiu que, além do vencedor oficial da competição, outras startups também tivessem a oportunidade de passar por uma aceleração.

 

Fonte: Revista PEGN

 

Empresas apoiadas pela Fapesb terão desconto para participar do maior evento sobre inovação do País.

Empresas apoiadas por editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) pagarão apenas R$ 375,00, um desconto de 70% em relação aos preços normais da inscrição para participar dos três dias da XIII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica – evento que acontece de 3 a 5 de junho em Vitória, no Espírito Santo. Promovida pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), a Conferência é o maior e mais importante evento sobre inovação do País.
As empresas apoiadas pelos editais da Fundação terão um custo pequeno para participar da Conferência visto que, além do desconto nas inscrições, os editais já preveem recursos para este tipo de evento. Para Vivian Alves , coordenadora de Desenvolvimento Tecnológico e Empreendedorismo da Fapesb, o evento é muito importante para estimular a competitividade das empresas. “Além de ser um fórum para discussão de políticas públicas em tecnologia e inovação, as empresas ficam a par das tendências em gestão de inovação e os mecanismos e instrumentos de apoio financeiro disponíveis”, destaca.

Programação

A XIII Conferência Anpei começa na segunda-feira, 3/6, com o Workshop Sebrae. O tema é “Inovação Competitiva e Aberta”, aplicado ao contexto das micro e pequenas empresas. Para cerimônia oficial de abertura, estão confirmadas as presenças do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e do governador do Estado do Espírito Santo, Renato Casagrande. Em seguida, representantes de instituições dos sistemas nacional e estadual de inovação vão expor sua visão sobre os desafios de inovar no Brasil. Participam deste painel representantes da FINEP, do FINDES, do SEBRAE Nacional e da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do ES. O primeiro dia termina com o painel de empresários, que vai apresentar a visão do setor privado sobre mesmo tema. O painel será moderado por Pedro Wongtschowski, presidente do Conselho Superior da Anpei, e reunirá os presidentes das empresas Fibria e Samarco, além do diretor responsável pela área de tecnologia da Vale. A seguir haverá o coquetel de abertura da Conferência.

Comitês temáticos, Embrapii e cases

O dia 4/6 terá a manhã dedicada às apresentações dos comitês temáticos da Anpei. São três grupos, que tratam dos temas: Gestão da Propriedade Intelectual; Promoção da Interação ICT-Empresa; e Alta Performance na Gestão de Centros de P&D. A programação da tarde começará com um painel sobre a Embrapii, coordenado  por Paulo Mol, diretor de Inovação da CNI, e com depoimentos das três entidades que protagonizam a instituição: INT; IPT e Cimatec.

Em seguida haverá a palestra com o keynote speaker Chris Anderson. Autor do best seller A Cauda Longa, e do recém lançado:Makers – the New Industrial Revolution, Anderson falará sobre algumas das características da inovação aberta, assunto que vai ao encontro do tema desta edição: “Inovação Competitiva e Aberta: Transformando o Brasil”. O dia se encerra com a apresentação de três casos de destaque das empresas Fibria, Mahle Metal Leve e Natura, sobre inovações de processo, de produto e de gestão, respectivamente. O último dia da Conferência Anpei será destinado ao compartilhamento do conhecimento, por meio da apresentação de 32 casos de inovação. As apresentações ocorrerão de forma simultânea em quatro salas. O encerramento do evento se dará às 14h, com a leitura da “Carta de Vitória”. O documento consolidará as reflexões e os debates dos dois mil participantes aguardados para a Conferência. Sinalizará aperfeiçoamentos na gestão, tendências da inovação tecnológica e propostas de melhorias na política pública de apoio à ciência, tecnologia e inovação.


Inscrições

Para se inscrever na Conferência, é necessário encaminhar o formulário preenchido para o e-mail: apoioaempreesa@fapesb.ba.gov.br até o dia 29 de maio. A programação está disponível no site do evento (http://www.anpei.org.br/xiiiconferencia/), onde também constam informações sobre os hotéis que oferecerão tarifa promocional para os participantes do evento.  A Anpei disponibilizará translado gratuito dos hoteis para o Centro de Convenções de Vitória e vice-versa. Recomenda-se efetuar a reserva de hotéis e passagens com antecedência, tendo em vista que o evento deverá reunir cerca de 2 mil participantes.

Incubadora UNIFACS Prédio de Aulas 7 , Anexo B Rua Vieira Lopes, nº. 2 - Rio Vermelho Salvador - Bahia - CEP: 41.940-560.